{"id":1005,"date":"2018-12-08T18:54:02","date_gmt":"2018-12-08T20:54:02","guid":{"rendered":"https:\/\/aprovacao.website\/frk\/?p=1005"},"modified":"2020-04-29T16:47:26","modified_gmt":"2020-04-29T19:47:26","slug":"medica-que-concedeu-alta-prematura-a-paciente-com-lesao-na-coluna-pagara-indenizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprovacao.website\/frk\/medica-que-concedeu-alta-prematura-a-paciente-com-lesao-na-coluna-pagara-indenizacao\/","title":{"rendered":"M\u00e9dica que concedeu alta prematura a paciente com les\u00e3o na coluna pagar\u00e1 indeniza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"postagem\">\n<p>Uma m\u00e9dica plantonista que concedeu alta prematura a v\u00edtima de acidente de tr\u00e2nsito e n\u00e3o identificou les\u00e3o na segunda v\u00e9rtebra nem com exame de raio X, mesmo ap\u00f3s in\u00fameras reclama\u00e7\u00f5es do paciente sobre dores na regi\u00e3o da coluna, dever\u00e1 pagar indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais. A decis\u00e3o foi da 2\u00aa C\u00e2mara Civil do TJ, que confirmou o valor de R$ 5 mil e n\u00e3o reconheceu culpa do hospital, pois atos t\u00e9cnicos praticados por m\u00e9dicos sem v\u00ednculo empregat\u00edcio s\u00e3o imputados diretamente ao profissional.<\/p>\n<p>O autor narrou que, ap\u00f3s sofrer acidente de tr\u00e2nsito, foi socorrido pelo corpo de bombeiros e encaminhado a um hospital localizado no Vale do Itaja\u00ed. Embora sentisse muitas dores no pesco\u00e7o, realizou alguns exames e logo recebeu alta sem indica\u00e7\u00e3o conclusiva sobre seu estado de sa\u00fade. Posteriormente, descobriu que necessitava de procedimento cir\u00fargico pois sofrera grave fratura nas v\u00e9rtebras.<\/p>\n<p>Citado, o hospital alegou aus\u00eancia de v\u00ednculo com a profissional de medicina que procedeu ao atendimento. A m\u00e9dica, por sua vez, argumentou que inexistiu erro de sua parte e que, embora o paciente tenha reclamado de dor no pesco\u00e7o, n\u00e3o apresentava nenhuma altera\u00e7\u00e3o no exame neurol\u00f3gico e, ap\u00f3s radiografia, n\u00e3o foi visualizada nenhuma les\u00e3o. Em conclus\u00e3o, disse que n\u00e3o poderia ser responsabilizada porque tomou todas as cautelas e atendeu o paciente da melhor forma.<br \/>\nO desembargador Rubens Schulz, relator da mat\u00e9ria, embasado em laudo pericial, considerou culposa a atitude da m\u00e9dica plantonista.<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Veja-se que o exame em que se baseou a profissional da medicina, segundo argumenta\u00e7\u00e3o do perito, foi tecnicamente ruim, sendo que nesses casos deveria mandar repetir o exame a fim de melhor identificar o quadro apresentado pelo paciente, no m\u00ednimo. Isso porque, tratando-se de acidente de tr\u00e2nsito em que o paciente caiu de motocicleta, com queixas de dores na regi\u00e3o da cervical, h\u00e1 que se esperar que o nosoc\u00f4mio, atrav\u00e9s de seu m\u00e9dico plantonista, investigue os danos efetivamente sofridos pelo paciente, inclusive com a exig\u00eancia de exame de qualidade para verificar eventual les\u00e3o sofrida&#8221;,<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>concluiu o magistrado. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime (Apela\u00e7\u00e3o C\u00edvel n. 0007342-45.2007.8.24.0011).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"fonte\">\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/aplicacao.aasp.org.br\/aasp\/imprensa\/clipping\/cli_noticia.asp?idnot=28068\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/aplicacao.aasp.org.br\/aasp\/imprensa\/clipping\/cli_noticia.asp?idnot=28068<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma m\u00e9dica plantonista que concedeu alta prematura a v\u00edtima de acidente de tr\u00e2nsito e n\u00e3o identificou les\u00e3o na segunda v\u00e9rtebra nem com exame de raio X, mesmo ap\u00f3s in\u00fameras reclama\u00e7\u00f5es do paciente sobre dores na regi\u00e3o da coluna, dever\u00e1 pagar indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais. 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